quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Karlheinz Pohlmann, cita minha atuação no Fórum do Plástico - MDIC


Na última edição do Moldes ABM, ocorrida em agosto passado – dias 11, 12 e 13 – para nossa surpresa, tivemos a honra de receber o presidente da ABM – Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração, Engº Karlheinz Pohlmann para o discurso de abertura.

Todos sabem que, em virtude de sua agenda, não é comum o Engº Pohlmann participar deste tipo de cerimônia, com muita freqüência.

Dessa forma, encaramos sua presença como, um importante fato que prestigiou nosso Encontro e o mais importante, revelou seu interesse pelos debates de qualidade, sobre o segmento ferramenteiro, que estamos promovendo, ao longo desses oito anos, de existência.

Mas, surpresa ainda maior, particularmente, ocorreu quando ao mencionar que a ABM passou a ter, neste ano de 2010, assento no Fórum da Produtividade do Plástico do MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, também citou meu nome, como representante da Associação, referindo-se com generosas palavras, ao meu perfil profissional.

Abaixo, transcrevo um trecho da newsletter, da própria ABM, que aponta sucintamente, para o fato.

Agradeço, então, o prezado presidente Engº Karlheinz Pohlmann, ao Engº Horácidio Leal Barbosa, diretor executivo da entidade e aos demais colegas da Associação, pelo reconhecimento e pelo voto de confiança, ao meu trabalho.

Reitero meu compromisso, de continuar trabalhando, pelo avanço e consolidação da ABM e, consequentemente, de nosso segmento.




Cadeia de moldes reivindica ação do governo para evitar extinção

Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração
Newsletter de 12/08/2010


(...)

Ao dar as boas-vindas aos participantes do Moldes 2010, o presidente da ABM, Karlheinz Pohlmann, elogiou a comissão organizadora que se mostrou antenada e programou o tema para discussão no evento.

“Infelizmente, este não é um dos melhores momentos para o segmento de moldes, entretanto, gostaria de lembrá-los que essas ameaças trazem em seu bojo uma excelente oportunidade para toda a cadeia se organizar e se fortalecer”, afirmou, lembrando que o setor já fez se representar junto ao governo buscando reverter as medidas danosas.

“Ações como essas são vitais, mas sozinhas elas não garantirão o futuro. Somente a competitividade de toda a cadeia poderá afastar realmente o fantasma da importação. É importante que vocês vislumbrem isso e direcionem seus esforços para aumentar a competitividade das empresas”, disse Pohlmann, colocando a ABM, enquanto associação técnica voltada para a difusão do conhecimento tecnológico, para ajudar o setor a construir essa competitividade e alcançar novos patamares.

Ele lembrou que o comprometimento para com o setor metalmecânico levou a Entidade a participar do Fórum de Competitividade da Cadeia Produtiva da Indústria de Transformação Plástica, coordenado pelo MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

“Nosso representante nesse Fórum é o Wagner Aneas, membro da comissão organizadora deste evento. Temos um canal de suma importância e um representante, mas é essencial que todo o setor colabore para que possamos contabilizar avanços”.

Fonte:
http://www.abmbrasil.com.br/news/noticia_integra.asp?cd=3704




E, abaixo, transcrevo outro trecho do mesmo Boletim, que pelo seu teor e urgência, torna-se muito importante, registrarmos:


“É preciso envolver governo, empresários (clientes e fornecedores) e trabalhadores com o objetivo de evitar a extinção do setor de moldes e ferramentas, que congrega aproximadamente 1.000 indústrias e emprega mais de 400 mil pessoas, direta e indiretamente”, alertou o diretor da Tribomat, Carlos Manoel Carvalho, na palestra de abertura do Moldes 2010 – 8º Encontro da Cadeia de Ferramentas, Moldes e Matrizes, que está sendo realizado na sede da ABM, em São Paulo.

O setor encontra-se ameaçado pelo aumento do prazo ao incentivo tributário na importação de autopeças e pela liberação da importação de moldes usados. De acordo com o executivo, enquanto a indústria automobilística bate recorde de vendas, a cadeia produtiva de ferramentas corre o risco de perder mais de 100 mil empregos, em função da legislação que beneficia principalmente montadoras de veículos.

“Os fabricantes externos esperam mandar para o Brasil moldes e ferramentas de carros que tenham sido substituídos por versões mais modernas, rebaixando o nosso País à categoria de mercado de demanda secundária”, salientou, destacando outro fato que amplia o descompasso entre cliente e fornecedor de ferramentas no País.

“Há uma ação coordenada das montadoras para trazer produtos da Ásia, considerando apenas o preço e isso se reforça com a estratégia global desse segmento de instalar suas fábricas em países onde é possível grande produção (capacidade para um milhão de toneladas), potencial de consumo e custo baixo de mão-de-obra”, disse o diretor.

Essa estratégia, salienta Carvalho, pode acabar excluindo o Brasil (como fabricante de carros) do novo mapa de poder da indústria automobilística. Isso se comprova com o estudo da PricewaterhouseCoopers sobre a competitividade da indústria nacional de veículos, encomendado pela Anfavea, que é taxativo ao afirmar que o País está perdendo investimentos no aumento de capacidade para os demais membros do Bric e para o México.

A razão é, principalmente, o custo de mão de obra. Enquanto no Brasil se paga US$ 7,31 a hora trabalhada para um operador, no México é de US$ 3,91; na Índia, US$ 1,6 e na China, US$ 0,81.

Ao final da palestra, Carvalho reafirmou que a solução para ajudar a indústria nacional é a intermediação do governo e reconheceu que há todo um esforço para fortalecer a indústria automotiva, mas não existem ações que garantam a sobrevivência da cadeia produtiva de moldes e ferramentas.

“As ferramentarias surgiram junto com a indústria automobilística, há 60 anos, para atender suas demandas e hoje agregam altos índices de inovação tecnológica e mão de obra altamente qualificada”, complementou Paulo Braga, diretor de Controladoria da Taurus Ferramentaria.

“Por que é possível importar peças, ferramentas e moldes de segunda mão para compor a linha de produção das montadoras, mas não é possível ao cidadão importar um carro usado?”, questionou ele.

Com relação à Portaria 84/10, Braga sugeriu revogar ou, no mínimo, permitir a consulta prévia do material que entrará no País, possibilitando a participação dos fabricantes nacionais, bem como criar um valor de referência para que a ferramenta entre em pé de igualdade no mercado interno, onde estão inseridos os valores sociais e econômicos.

“Fica difícil competir com quem não tem regras trabalhistas e sociais definidas, não existe sindicato de defesa dos direitos dos trabalhadores e onde o governo é tecnicamente socio das empresas”, ressaltou ele, referindo-se à China.

Carvalho sugere que, além de revogar a Portaria 84/10, o governo chame as partes (clientes e fornecedores de moldes) para conversar e conhecer suas principais queixas e dificuldades, e crie uma política industrial para o setor, com linhas de crédito especial que contemple o ferramental e o molde como bem de capital, podendo ser abatido no Imposto de Renda do comprador.

(...)

Fonte:
http://www.abmbrasil.com.br/news/noticia_integra.asp?cd=3704





Para maiores detalhes de toda a programação:
http://www.abmbrasil.com.br/seminarios/moldes/2010/

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terça-feira, 22 de junho de 2010

“O que o aço e o plástico têm em comum?” – Íntegra do artigo publicado na revista Ferramental









A seguir, para facilitar a leitura, a íntegra de meu artigo (em parceria com o Engº Paulo Haddad, da Villares Metals S/A), publicado na revista Ferramental:


O QUE O AÇO E O PLÁSTICO TÊM EM COMUM?

Hoje, o plástico está presente em nossas vidas, de diversas formas. Podemos encontrá-lo em nossas casas, olhando para os eletrodomésticos e utensílios em geral ou lembrando que ele também está escondido entre as paredes, em forma de tubos e conexões, por exemplo. Além disso, marcam presença nas embalagens dos alimentos, dos produtos de higiene pessoal e de limpeza. Ao sairmos de casa, estão em nossos carros e nos demais meios de transporte. No local de trabalho, podem ser vistos em uma simples caneta ou até em um moderno computador. Poderíamos continuar apontando uma série de exemplos – quase intermináveis, se não acreditássemos que estes já seriam suficientes para ilustrar bem sua presença.

Pois bem, mas o que nem todos sabem, é que para chegar a forma através do qual o percebemos, precisou-se de um ferramental, ou molde, isto é, um artefato, geralmente em aço, que recebe a resina plástica em estado pastoso e dá a ela o contorno que queremos após, resfriada.

Logo, a cada novo modelo automotivo lançado - para citarmos apenas uma fatia da atividade produtiva - serão necessários dezenas de novos moldes com centenas de toneladas de aço em ferramental.

Cabe à indústria de moldes, desta maneira, movimentar e transformar este material, passando de simples matéria prima à recurso essencial. E, a natural complexidade da maioria dos moldes requer a aplicação de processos elaborados de usinagem, tratamentos térmicos e tratamentos de superfície, tudo isto interligando uma gigantesca cadeia de fornecimento.

Mas, se o aço está na gênese do artefato plástico, através do molde, e a relação umbilical entre ambos parece ser uma figura verdadeira, por que caminham (aço e plástico) sempre tão separados nas aspirações de crescimento, de seus respectivos setores?

Explicaremos melhor - como o segmento de transformação poderá ser competitivo se não houver uma indústria brasileira de moldes, igualmente forte? Ou, por outro ângulo, como a indústria ferramenteira poderá desejar fortalecer-se, não havendo para quem vender seus moldes? Tudo dependerá do mercado externo? Ora, estamos nos aproximando dos duzentos milhões de habitantes, com uma economia de razoável estabilidade e em ascensão. Nosso poder de compra crescente é observado - e desejado - por diversos investidores estrangeiros e vamos tomar a decisão de dar as costas ao nosso mercado interno?

Chamamos a atenção para a necessidade de ampliarmos o diálogo entre estes dois setores, em busca de sinergia. Afinal, por que é necessário conviver com uma balança comercial desfavorável, se podemos avançar muito, nesta questão?

A comunicação sempre foi um grande problema para a humanidade. Sobram ruídos, na mesma medida que faltam iniciativas. Cabe a indústria de transformação falar, apontar e registrar o que quer. E, cabe a indústria de moldes ouvir - de fato - seu cliente. Mas, nada impede que os ferramenteiros também falem e que os transformadores também ouçam.

Seja como for é preciso, sobretudo, manter contato, praticar o olho no olho. Em tempos de e-mails – que, aliás, poucos lêem - talvez ande faltando aperto de mão!

E, dessa forma buscarmos, todos, incansavelmente a excelência, para nos tornarmos mais competitivos frente aos desafios impostos pela globalização econômica.

Não se trata de apontarmos quem está certo ou errado, quem é o vilão ou o mocinho. Mas, de construirmos juntos, o melhor para o país, gerando oportunidades, novos empreendimentos e empregos, crescimento, fortalecimento econômico e distribuição de renda. Precisamos nos esforçar, se desejarmos deixar para as próximas gerações uma nova e melhor realidade. Com certeza sabemos que não há disposição para rasgar dinheiro, mas acreditamos que também devemos investi-lo através de tempo, cooperação e determinação se quisermos nos tornar cidadãos de uma grande nação.

O MDIC – Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio Exterior, através da SDP – Secretaria do Desenvolvimento da Produção, coordena - desde 2000 - o Fórum da Competitividade da Cadeia Produtiva da Indústria de Transformação Plástica, uma ferramenta estratégica, importantíssima, inserida na política industrial do Estado brasileiro que, além de reunir transformadores e produtores de matéria prima, já indica entre suas metas, a necessidade do desenvolvimento da indústria de moldes.

É, portanto, uma iniciativa que poderia ser potencializada, estimulando e proporcionando uma participação mais ampla das ferramentarias nacionais no cenário econômico e que, certamente, daria mais fôlego ao próprio Fórum.

Esta atividade ferramenteira, uma vez consolidada, pode contribuir com o aumento da competitividade de toda a cadeia de plásticos, promovendo condições de igualdade entre nossa indústria e dos demais países, possibilitando ampliar a participação do setor no produto interno bruto (PIB) brasileiro, viabilizando a promoção de uma cultura exportadora de produtos de maior valor agregado e, conseqüente, elevando o superávit na balança comercial do país.

Contribuiria diretamente, ainda, com a capacidade de gerar, mais rapidamente, produtos inovadores, com a eliminação de custos em virtude de redução de gargalos logísticos e do aumento da qualidade final da peça injetada.

E, se não bastasse, colaboraria com o sucesso da indústria nacional de bens de capital, a partir da aquisição de novas máquinas (mais modernas e produtivas), tal como, com a redução da informalidade e geração de novos empregos. Qualificados, inclusive.

Sem dúvida, os detalhes são inúmeros, os obstáculos são imensos e sempre estamos ocupados demais, sempre o tempo é curto demais.

Ah, se o dia tivesse trinta e seis horas! Mas, não têm e não terá. O movimento de rotação do planeta terrestre, não permite que isso seja mudado. Bem, a não ser que haja um evento sobrenatural que altere este fato! Mas, não queremos pensar que seria mais fácil isso ocorrer, do que acertamos nossas agendas.

O aço e o plástico têm muito em comum mas, poderão ter ainda mais, se o setor produtivo, o Estado e a academia estiverem dispostos a tornar isto realidade.



* Wagner Aneas é professor, consultor e empresário. Pós-graduado em Ciências Sociais pela Escola Pós Graduada de Ciências Sociais da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo - FESPSP. Membro da Comissão Organizadora do MOLDES da ABM - Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (Coordenador das edições 2008/2009). Membro do Fórum da Competitividade da Cadeia do Plástico do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - MDIC. Diretor da W.ANnex Consultoria e Representações. Atua, há mais de vinte anos, no segmento metal-mecânico.

* Paulo de Tarso Rossi Haddad é graduado em Engenharia Metalúrgica pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), Mestre em Engenharia Metalúrgica pelo Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais (EPUSP), e MBA Executivo pela FDC. Atualmente é Supervisor de Assessoria Técnica da Villares Metals S.A. e professor da Faculdades Oswaldo Cruz. Membro da Comissão Organizadora do MOLDES da ABM - Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (Coordenador das edições 2008/2009).




Publicado na revista Ferramental
edição de maio-junho/2010 - nº 29 - pp 07 e 08
ISSN: 1981-240X
Editor: Christian Dihlmann.


Site: http://www.revistaferramental.com.br

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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Ferramental (revista): artigo ”O que o aço e o plástico têm em comum?”


Na revista Ferramental
(edição de maio-junho/2010 - nº 29 - pp 07 e 08)
foi publicado um artigo de minha autoria, em parceria com o Engº Paulo Haddad, com o título:



”O que o aço e o plástico têm em comum?”

Seu conteúdo busca lembrar que, na grande maioria dos casos, para a injeção de peças plásticas é imprescindível a utilização de aços para confecção dos respectivos moldes.

E que, portanto, seria importante, para o setor de transformação e para o setor ferramenteiro, a promoção do diálogo para o fortalecimento mútuo, citando o Fórum da Competitividade do Plástico - do MDCI, como o espaço ideal para estimular este encontro.

Aponta ainda, para os benefícios gerados por esta aproximação, tal como, o aumento da competitividade de toda a cadeia de plásticos, geração de produtos inovadores, aumento da participação do setor no produto interno bruto (PIB) brasileiro e o aumento das exportações. Além, é claro, da redução de custos, elevação nos índices de qualidade dos produtos acabados e, por fim, da geração de novos empregos.



O artigo também está disponível em minha página no Scribd:

http://www.scribd.com/doc/32986300/Wagner-Aneas-e-Paulo-Haddad-Ferramental-2010-mai-jun-Artigo
(copie e cole, em seu navegador)


Registro novamente no espaço deste Blog, minha grande admiração e respeito pelo profissional e colega Paulo Haddad (co-autor deste breve texto), com quem também tive a honra de dividir a Coordenação das edições 2008 e 2009 do Moldes ABM – Encontros Anuais da Cadeia Produtiva de Ferramentas, Moldes e Matrizes.


Agradeço, a Editora Gravo, em especial ao colega Christian Dihlmann - editor da revista, pela gentileza da publicação.

Será muito importante, contar com os comentários de todos. Aguardo, por criticas e sugestões.

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segunda-feira, 7 de junho de 2010

Metalurgia e Materiais (revista): Conselho Editorial


Registro, com grande alegria, que passo a integrar o Conselho Editorial da revista M&M - Metalurgia e Materiais, da ABM – Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração a convite do Sr. Horacídio Leal Barbosa Filho, Diretor Executivo da casa.

É, sempre uma grande satisfação, contribuir como associado, com as ações da entidade, tal como, venho atuando na Comissão Organizadora do Moldes, desde sua primeira edição, em 2003.

Meu esforço será no sentido de contribuir, com o incremento de informações, sobre o segmento ferramenteiro.

E espero, sinceramente, corresponder a indicação da Diretoria e desenvolver um trabalho a altura dos demais membros, ao lado dos quais, certamente, muito terei a aprender.

Agradeço, enfim, pela oportunidade.

Ao lado, na imagem (edição 605 de mai/jun 2010), pode ser visualizada a composição do Conselho e demais dados sobre o periódico – além dos integrantes da atual gestão, da Diretoria da ABM.


Revista M&M - Metalurgia e Materiais

ISSN 0104-0898
Uma publicação da ABM, dirigida às áreas de extração, transformação e aplicação de materiais metálicos, ferrosos e não ferrosos.


www.abmbrasil.com.br
revista@abmbrasil.com.br

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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Enafer - III Encontro Nacional de Ferramentarias


O III ENAFER – Encontro Nacional das Ferramentarias - um evento de extrema importância para o segmento ferramenteiro - acontece, em 28 de Maio, em Caxias do Sul – RS.



Em newsletter da ABM - Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (de 20/05/2010), consta um breve depoimento meu, sobre a importância de apoiarmos a iniciativa:

“Da mesma forma como fizemos o Moldes 2009 em parceria com a Intertooling, buscamos sinergias, nesse Encontro, objetivando tornar o segmento cada vez mais produtivo e competitivo”, diz Wagner Aneas, membro da comissão organizadora do Moldes 2010.


Link para a integra:
http://www.abmbrasil.com.br/news/noticia_integra.asp?cd=3557&utm_medium=mail&utm_source=iqdirect&utm_campaign=224477

A ABM e a Comissão Organizadora do Moldes ABM 2010, da qual faço parte, desde a 1ª edição, apóia o ENAFER.



É, de fato, um Encontro organizado, por um pessoal muito sério (entre eles, Christian Dilhmann, editor da revista Ferramental), que vem pensando há anos, nos rumos da ferramentaria nacional.

Além do próprio Christian, outros profissionais, pelos quais nutro grande respeito, como Maria Lúcia Maradei (da Cosmolde e CSFM/ABIMAQ), Alexandre Wanzuita (GFM Moldes, de Joinville), Pedro Alem (ABDI), Alexandre Lopes (MDIC), Sr. Merheg Cachum (pres da ABIPLAST), Alexandre Fix (Polimold e pres da CSFM/ABIMAQ) participarão do evento, contribuindo com suas valiosas considerações sobre o setor e sobre o mercado, tais como:

- A importância da indústria de moldes para a competitividade da cadeia de produtos petroquímicos e transformados plásticos
- Os desafios do setor ferramenteiro frente ao mercado internacional
- Modelos de associativismo no Brasil e ações para ampliação dos membros.


Também será abordado, na oportunidade, o planejamento estratégico do setor para os próximos 15 anos e ações de curto prazo para alcançar os respectivos objetivos.


E, o III Enafer, é uma promoção conjunta da:

ACIJ
– Associação Comercial e Industrial de Joinville;
Simplás – Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho;
Plastech Brasil 2011 – Feira de Tecnologias para Termoplásticos e Termofixos, Moldes e Equipamentos;
Simecs - Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul.


Maiores informações poderão ser obtidas, pelo site do SIMPLAS: www.simplas.com.br


Vale acompanhar e participar!



E, este Blog (e outras de minhas páginas na web: Twitter, Digg, Scribd, Linkedin, etc.) é um espaço, que procura prestigiar iniciativas que contribuam com o aumento da competitividade do segmento ferramenteiro nacional, frente aos desafios do mundo globalizado.



O depoimento acima, também foi publicado na newsletter do site Portal do Moldes:

http://www.moldesinjecaoplasticos.com.br/noticia.asp?codigo_noticia=440

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sexta-feira, 30 de abril de 2010

ABM tem assento no Fórum de Competitividade do Plástico, do MDIC




Este post é um registro da newsletter da ABM, de 29/abril/2010, onde sou citado como representante da Associação, no Fórum da Competitividade do Plástico, do MDIC - Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Agradeço, ao Sr. Horacídio Leal - Diretor Executivo da ABM - pelo reconhecimento de minha participação nas atividades da Associação e, especificamente, na Comissão Organizadora do Moldes.




Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração
29/04/2010

ABM tem assento no Fórum de Competitividade do Plástico

A ABM – Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração, que desde 2003 participa do Fórum da Competitividade da Siderurgia, passou a ocupar assento também no Fórum da Competitividade do Plástico promovido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

O representante da ABM é o associado Wagner Aneas que já participou, neste ano, de quatro reuniões mensais e se prepara para o quinto encontro marcado para o próximo dia 25, em São Paulo. A última reunião aconteceu em 15 de abril, em Brasília.

Entusiasmado, diz que as reuniões são muito produtivas e que já apresentam resultados.

“Foi aprovada a elaboração de projeto para o desenvolvimento e difusão de softwares de apoio à gestão, visando a melhoria da capacidade das ferramentarias de planejar, programar e controlar as rotinas de fabricação de moldes, bem como o aumento da competitividade pelo atendimento dos prazos de entrega”.

Wagner explica que no Brasil existem pouquíssimos fornecedores de software de gestão para a produção não seriada e que o projeto pretende incentivar esse segmento, suprindo uma lacuna.

“O ferramenteiro brasileiro tem acesso ao maquinário, é criativo, mas falta gestão do negócio para ser mais competitivo diante dos produtos importados”.

Outros assuntos estão na pauta de discussões do grupo de trabalho que trata de ferramentais, como o desenvolvimento de ações de capacitação de recursos humanos; pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias de fabricação de moldes; pesquisa e desenvolvimento de novas matérias-primas de forma a obter melhores resultados na produtividade dos usuários dos moldes e maior resistência no processo de transformação do plástico (injeção ou sopro); e criação de um centro de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de produção de ferramentais.

É importante ressaltar que o Governo considera estratégico o segmento ferramenteiro, uma vez que já o incluiu na agenda tecnológica da PDP - Política de Desenvolvimento Produtivo coordenada pelo MDIC.

“Sem dúvida, trata-se de um grande avanço, mas devemos continuar mobilizados para que este primeiro passo nos leve a resultados práticos e rápidos”, diz Wagner.

Para o diretor-executivo da ABM, Horacídio Leal Barbosa Filho, a participação no Fórum é mais uma ação pró-ativa que contribui efetivamente para o desenvolvimento dos setores que a Entidade representa.

“É importante participar das discussões e ter voz ativa nos assuntos que são tratados, não só no aspecto técnico como de políticas públicas. A indicação do Wagner como representante da ABM se deve ao fato dele ser bastante atuante no segmento e nas atividades da ABM, notadamente no evento Moldes”.




É possível ler a newsletter na integra,

Acessando minha página no DIGG:
http://digg.com/users/wagneraneas

Ou no próprio site da ABM:
http://www.abmbrasil.com.br/news/noticia_integra.asp?cd=3514&utm_medium=mail&utm_source=iqdirect&utm_campaign=222312


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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Fórum da Competitividade do Plástico – MDIC (Brasília 15/abr/10)



Este post é um registro do e-mail, que enviei aos colegas da Comissão Organizadora do Moldes ABM e para a liderança da Associação - após, minha participação na reunião ocorrida no último 15 de abril, em Brasília - a respeito dos resultados que já alcançamos no Fórum da Competitividade do Plástico.




Meus caros colegas da Comissão Organizadora, do Moldes ABM.


É com grande satisfação que informo, sobre os resultados positivos da reunião do Fórum da Competitividade do Plástico, em Brasília, ontem 15/abril/2010.

A partir de agora o segmento ferramenteiro, está devidamente incluído na agenda da PDP (Política de Desenvolvimento Produtivo) do Governo Federal (coordenada pelo MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e articulada pela Casa Civil).

A CGGE - Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, contratada pela ABDI - Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (Secretária Executiva da PDP), dará o suporte ao GT Ferramentaria, para iniciamos a concretização desta AT (Ação Tecnológica) e, assim, contemplarmos então as demandas da cadeia produtiva, de natureza tecnológica, lá apontadas (dando origem, posteriormente - entre outros - a linhas de crédito junto a FINEP).


O link para apresentação da AT é:

http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=2&menu=2370
Escolher último item: “ATS Plásticos 15-04-2010” - o arquivo está em PDF – é possível salva-lo.
(dentro da apresentação, procurar por ATPL-08).


Sem dúvida, trata-se de uma grande avanço - mais rápido aliás, que eu, particularmente, esperava. Mas, tenho a certeza que devemos continuar atentos e mobilizados afim, de que este primeiro passo nos leve a resultados práticos.



Registro, então alguns agradecimentos que julgo, importantes:

A ABDI e ao CGGE, pela valiosa atenção que nos deram, nos orientando com grande paciência sobre os melhores caminhos a serem percorridos.

A Braskem que disponibilizou uma equipe de seus funcionários, colaborando na estruturação e redação da Ação Tecnológica.

Ao próprio MDIC, por viabilizar a montagem do GT Ferramentaria (reconhecendo que o sucesso do segmento ferramenteiro, contribui expressivamente, para o sucesso da Cadeia do Plástico).

Aos colegas do GT Ferramentaria, em especial ao Christian Dilhmann, da Revista Ferramental (que tbm esteve ontem, em Brasília) e a Maria Lúcia (Cosmolde).

Ao Idermário Lins, Gerente Executivo da ABIMAQ, um incentivador (e forte apoiador) da criação do GT.

E a ABM – Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração, que desde minha sugestão para pleitearmos um assento no Fórum até a viabilização de minha participação, demonstrou inegável compromisso (e reconhecimento por nossos esforços), com o trabalho que toda a Comissão vem desenvolvendo no Moldes.


Abraço a todos e, na esperança que dias melhores virão,



Wagner Aneas

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