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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Conversa de Ferramenteiro

Por razões muito semelhantes a aquelas que nos levaram a “ajustar” o nome “Moldes” p/ “Moldes ABM”, passamos a chamar os workshops mensais do Moldes de: “Conversa de Ferramenteiro”.

Quando criamos estes workshops periódicos afim, promovermos a Missão do Moldes e divulgarmos o Encontro anual, preferimos inicialmente, apenas chamá-los de “workshops”.

Entretanto, em virtude de sua boa aceitação - junto ao segmento e dentro da própria associação - vimos que já havia chegado a hora da iniciativa (sem perder o foco), ganhar identidade.

A escolha do nome: “Conversa de Ferramenteiro”, procurou contemplar dois aspectos:

Primeiro, comunicar, claramente, que trata-se de um evento voltado para os empreendedores e profissionais ferramenteiros.

E, segundo, transmitir a idéia de um evento informal – algo próximo a uma “conversa” – onde não estaríamos preocupados com um “rigor acadêmico” mas, em transmitir conteúdo tecnológico relevante, capaz de contribuir com o segmento, tornando-o mais competitivo a partir de soluções práticas, voltadas ao dia a dia, dentro de uma ferramentaria.

Com isso, esperamos construir mais uma ação/marca de sucesso, dentro da ABM.


A newsletter de 05/maio/2011, da própria Associação, abarca a questão, como menciona post anterior, neste Blog.


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Capacitação profissional - diferencial para competitividade

Para o registro: citação em newsletter da ABM:


Evidenciar que existe possibilidade de ganho de produtividade com o uso da tecnologia e investimento na capacitação de funcionários foram os principais objetivos da palestra ‘Conceito HSM - High Speed Machine aplicado em máquinas convencionais - construindo diferencial a partir de conhecimento tecnológico’, ministrada por Silvio Antonio Bauco, supervisor de Processos da Sandvik Coromant, no último dia 4, durante o workshop gratuito complementar ao Moldes ABM 2011 – 9º Encontro da Cadeia de Ferramentas, Moldes e Matrizes.

Traduzindo o sucesso conquistado por esses workshops mensais, eles passam a ser chamados agora de “Conversa de ferramenteiro”, numa clara alusão à empatia obtida junto ao público-alvo. A nova denominação, explica Wagner Aneas, coordenador dos workshops, dá uma identidade aos encontros mensais: “A criação desse nome foi resultado de uma preocupação com a comunicação”, diz ele.

Durante a palestra, Bauco mostrou que mais importante que possuir características técnicas, é necessário ter bom nível de capacitação para alcançar maior competitividade. “Uma das questões mais importantes nas empresas é a mão de obra qualificada. O profissional precisa saber explorar ao máximo o que a tecnologia HSM oferece. Não pode acontecer como o celular que possui inúmeras funções e a pessoa só usa o aparelho para fazer e receber ligações”.

O palestrante explica que essa tecnologia engloba máquina, software, sistema de fixação, ferramentas e, principalmente, capacitação. “É preciso entender que capacitação é investimento, e não custo”. De acordo com ele, os produtos de ferramentaria do Brasil têm boa qualidade, bom preço, mas perde para os produtos importados em relação ao prazo. “É necessário investir na produtividade para conseguir maior competitividade”, afirma.

“Essa tecnologia já está disponível no Brasil, porém algumas empresas são mais tradicionais e usam sempre a mesma alternativa, sem testar novas possibilidades”, comenta o supervisor de processos. Ele acredita que as empresas devem investir no diferencial. “A Sandvik, por exemplo, oferece um profissional para capacitar o cliente na utilização dos produtos que fabrica e fornece, também, assistência técnica, sem custo adicional para o cliente”.

A nova edição do Moldes ABM ocorrerá nos dias 10 e 11 agosto, na sede da ABM (Rua Antonio Comparato, 218 – Campo Belo – São Paulo), mas até lá a Comissão Organizadora continuará promovendo ‘Conversas de ferramenteiro’ com temas de interesse da área.

Publicado em newsletter eletrônica, de 05/maio/2011 da
ABM - Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração

http://www.abmbrasil.com.br/news/noticia_integra.asp?cd=4095

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Coordenação dos workshops do Moldes ABM



Com a alegria, de aceitar mais um desafio, a partir de abril de 2011, passei a Coordenar os workshops mensais, ligados ao Moldes ABM, por deliberação da Comissão Organizadora dos Encontros Anuais da Cadeia Produtiva de Ferramentas, Moldes e Matrizes.

Procurarei resgatar a experiência adquirida na Coordenação dos próprios Encontros anuais de 2008 e 2009 - ao lado do colega Paulo Haddad, da Villares Metals - para agregar aos workshops uma gestão mais robusta afim, de transforma-lo em mais uma iniciativa vencedora da ABM – Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração.

Posso adiantar que a linha de conteúdo, será muito semelhante: aços ferramenta, máquinas e ferramentas de corte, tratamento térmico e de superfície, entre outros.

E, continuaremos promovendo um espaço destinado as práticas de gestão afim, de contribuir na eliminação de um sério gargalo deste segmento.

Entretanto, penso, que poderemos inovar em alguns aspectos, tais como: na captação de novos palestrantes, calendário e estratégia de comunicação (muito fortemente, baseada na utilização das redes sociais digitais)

Contarei, naturalmente, com a valiosa - e, fundamental - estrutura da casa, liderada pela Rosangela Ziliotte (Gerente de Eventos) e, ainda, com o empenho habitual, de Ludmila Freitas (Analista dos Encontros anuais, do Moldes ABM). Ambas (e toda equipe), historicamente, compromissadas com o sucesso de nossas iniciativas.



Em newsletter da Associação, de 29/abr/2011 é mencionado o fato:

No dia 4 de maio, próxima quarta-feira, será realizado mais um workshop gratuito complementar ao 9º Encontro da Cadeia de Ferramentas, Moldes e Matrizes – Moldes ABM 2011. A iniciativa, coordenada por Wagner Aneas, membro da comissão organizadora do evento, objetiva difundir o conhecimento técnico-científico e de gestão nas atividades relacionadas à cadeia produtiva desses segmentos.


http://www.abmbrasil.com.br/news/noticia_integra.asp?cd=4083

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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

MEI - Movimento Empresarial pela Inovação e o Moldes ABM



Hoje, participei do Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria, organizado pela CNI - Confederação Nacional da Indústria, aqui em São Paulo, no WTC.

Durante o evento me ocorreu escrever este post e registrar como conheci o movimento e, principalmente, como suas orientações influenciaram diretamente nosso trabalho na organização do "9º Encontro da Cadeia Produtiva de Ferramentas, Moldes e Matrizes" – Moldes ABM 2011.

Pois bem, conheci o MEI - Movimento Empresarial pela Inovação, criado pela própria CNI, a partir de uma reportagem da revista Metalurgia e Materiais, da ABM (onde, também, participo do Conselho Editorial).

Após, algum tempo, o assunto voltou a tona e, na oportunidade, acreditei que nosso evento “Moldes ABM”, deveria o quanto antes, alinhar-se ao seu espírito.

Após, a exposição da idéia aos colegas da Comissão Organizadora de nosso Encontro, aprovamos uma complementação ao slogan, que já havíamos adotado desde o encontro anterior.

Dessa forma, toda chamada do Moldes ABM 2011, passou a ser acompanhada do seguinte complemento:

“Inovação nas Ferramentarias - Soluções para o aumento da competitividade”

Assim, desde a seleção dos trabalhos que seriam apresentados, tema para os palestrantes, mesa redonda, etc, deveríamos aprovar os conteúdos, que contemplassem o aspecto da “Inovação Tecnológica”, nas ferramentarias.

Não tenho dúvida alguma que para fazer frente a competição internacional, o segmento ferramenteiro – como muitos outros – deverão investir constantemente e fortemente em “inovação”.

Não é possível competirmos com os preços praticados hoje, principalmente, pelos países asiáticos. E a mudança desta realidade, envolve forças que estão fora do alcance direto, da indústria (como, por exemplo: câmbio, carga tributária e juros).

Ações políticas afim, de minimizar os efeitos desta realidade, devem e estão sendo encaminhadas. Mas, os resultados não aparecerão de imediato. Demandam de uma engenhosa e constante negociação, com os agentes políticos.

Afinal, uma moeda valorizada, pode ser ruim para um segmento econômico mas, “atraente” para outro. Os interesses em jogo, são inúmeros – o que é comum em um ambiente democrático.

Já investimento em inovação – novos produtos, processos e/ou serviços estão diretamente ao alcance da empresa.

Claro, que podemos discutir a dificuldade em financiar estas iniciativas de maneira mais efetiva e rápida. Mas, creio que é assunto para outro post.

Enfim, ao apontarmos para “inovação” e “soluções” (ambas as palavras, contidas na chamada do Moldes ABM 2011) penso, que comunicamos com expressiva exatidão, nossos objetivos. Dessa forma, atrairemos também, um público mais significativo e com isso, atingiremos em sua plenitude nossa missão: consolidar o setor ferramenteiro a partir de sua competitividade.

Ah, o Congresso foi ótimo!


Para saber mais sobre o MEI:
http://www.cni.org.br/portal/data/pages/FF808081314EB36201314F2229D66EFA.htm

Para saber sobre o Congresso de Inovação:
http://www.cni.org.br/portal/data/pages/FF80808130DB94310130DBC188B61BD6.htm


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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Redes Sociais: possibilidade de maior relacionamento na indústria


A seguir, transcrição de newsletter da ABM, que registra minha palestra sobre Redes Sociais na Indústria (a partir de entrevista a jornalista, da própria Associação):



Apostar no relacionamento com o público e no compartilhamento de informações foi o foco abordado por Wagner Aneas, consultor e diretor da W. ANnex Consultoria, ao falar sobre "Redes sociais na indústria – vantagens e oportunidades", durante workshop promovido pela Comissão Organizadora do Moldes ABM – 9º Encontro da Cadeia de Ferramentas, Moldes e Matrizes, na última quarta-feira (2), na sede da ABM. A nova edição do Moldes ABM, vai ocorrer em agosto, mas até lá a Comissão continuará promovendo workshops gratuitos com temas de interesse da área.

“A indústria ainda não participa efetivamente das redes sociais. A presença das empresas do nosso setor é muito pequena. Pelas páginas que eu administro, percebo que o crescimento será como uma progressão geométrica.”, comenta Aneas.

Para as empresas que ainda não estão envolvidas com a comunicação 2.0 – que aposta em um novo ambiente de interação, compartilhamento e colaboração – a sugestão é que a companhia ingresse, primeiramente, pelo Twitter. “A vantagem dessa ferramenta é a facilidade de operá-la. Além disso, torna a empresa conhecida para os estudantes e profissionais que estão entrando no mercado”. Outra dica do consultor é investir em um blog. “Os fornecedores tem muito a ganhar. E as empresas de ferramentarias podem usá-lo para divulgar os produtos e serviços”.

Em relação à abordagem, além de assuntos ligados diretamente com a empresa, as redes sociais também podem ser usadas para dar dicas aos internautas. “Cada corporação sabe quais os temas coerentes em relação à área em que atua. Dando dicas, a empresa passa a ser referência e terá boa credibilidade”.

Durante a palestra, Aneas falou sobre diversas ferramentas da web 2.0, como Facebook, Scribd, Flickr, Youtube, FourSquare, FormSpring, LinkedIn e Twitter. A grande vantagem dessas redes é a possibilidade de disseminar a imagem da empresa a custo zero. “Se a companhia mantém perfis em várias redes, ela pode divulgar uma página dentro da outra, e ainda gerar trânsito entre as páginas da empresa, inclusive, para o site da organização”.

As redes sociais também possibilitam descobrir novas demandas efetuando pesquisas de opinião, bem como conhecer melhor o perfil do público potencial por meio dos comentários e preferências que as pessoas expõem na internet. “Por isso, é essencial que a empresa e os profissionais tenham consciência de que, em uma rede social, você é o que você publica, quem você segue e as comunidades que você participa”.

De acordo com Aneas, as oportunidades para as empresas são inúmeras. “Existe a parte de calendários, que é um meio excelente para divulgação de feiras e eventos. A área de recursos humanos pode encontrar talentos a partir de comunidades e das competências demonstradas pelos profissionais. Na área de marketing, as redes podem ser usadas para divulgação, manutenção e consolidação da marca; ação de branding; divulgação de produtos e construção e consolidação de relacionamentos. Já para o setor de vendas, a web 2.0 é eficaz para a prospecção de novos clientes”.

No Brasil, 82% dos internautas acessam as mídias sociais, chats ou fóruns toda semana. “Não sei quais são todas as possibilidades, mas sei que se observarmos melhor, perceberemos que elas são infinitas”.



Fonte:
Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração
03/03/2011
http://www.abmbrasil.com.br/news/noticia_integra.asp?cd=3977

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Redes Sociais na Indústria – vantagens e oportunidades (e como utilizá-las).


No mês de março (02), apresentei uma palestra no workshop do Moldes ABM, na sede da Associação Brasileira de Metalurgia,Materiais e Mineração, em S. Paulo.



O conteúdo estava relacionado a “Comunicação 2.0”, abordando ferramentas e “redes sociais” como Blogs, Twitter, Facebook, Orkut, Flickr, etc, onde já podemos observar a presença de grandes organizações.

Além disso, discutimos como as redes estão mudando o mundo – a maneira como as pessoas se comunicam, como se relacionam e, até, como fazem uma revolução. Questionando, se isso poderá afetar o segmento industrial e se é importante conhecer estas ferramentas. Afinal, será possível, adiar a entrada na rede?

Outras questões, focando principalmente as possibilidades existentes para a cadeia produtiva de ferramentas, moldes e matrizes, foram abordadas, como por exemplo: quem está monitorando as redes sociais dentro da empresa? Como utilizá-las como ferramentas de marketing? Se, seus resultados são tangíveis, concretos? E, quais as melhores opções?

Gostei muito do resultado. Alguns participantes me procuraram após o término da apresentação, para relatar que sua percepção sobre o tema, havia mudado!

A visão de algo lúdico - e até, adolescente - cedeu lugar a possíveis estratégias de prospecção de novos clientes, divulgação de produtos e serviços e consolidação de marca!

Ótimo, sem dúvida, a missão foi alcançada!



Neste mesmo dia, o colega, já de longa data, João Carmo Vendramim, da Isoflama, (já citados, neste Blog), apresentou também uma palestra sobre: “Recomendações técnicas para o projetista de moldes e matrizes em aço com vista a uma boa têmpera a vácuo”


Circulou uma newsletter da ABM que divulgava o workshop. Para visualizar, acesse o link:
http://www.abmbrasil.com.br/news/noticia_integra.asp?cd=3963


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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Ameaças e oportunidades - Moldes ABM 2010


Transcrevo, para simples registro, a newsletter da ABM, que faz um rápido balanço, sobre a edição do Moldes ABM 2010 - do qual faço parte da Comissão Organizadora, desde a primeira edição e atuando como Coordenador, ao lado do Paulo Haddad, da Villares Metas, nas edições de 2008 e 2009.

A newsletter contém, rápidos depoimentos, meu e do Paulo:

A seguir:


Moldes 2010 aborda ameaças e oportunidades do setor

Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração
26/08/2010


Com uma diversificada grade, a programação do 8º Encontro da Cadeia de Ferramentas, Moldes e Matrizes mesclou assuntos como as ameaças externas para o segmento de ferramentaria e o que pode ser feito internamente no País para superar esses desafios. "Existem clientes que querem ser atendidos com produtos e serviços nacionais, porém exigem qualidade, e isso está repercutindo no setor", comenta Paulo de Tarso Rossi Haddad , membro da comissão organizadora do evento.

Para o supervisor de Assistência Técnica da Villares Metals, o Brasil já possui máquinas modernas, software e materiais, o que falta é utilizar, de forma mais organizada, o conhecimento que a academia oferece. "Neste evento, chamamos a atenção para um risco que existe. E enquanto não ganhamos a luta política sobre a entrada de moldes no País (devido ao câmbio e aos impostos), existem coisas que podem ser feitas pelos próprios integrantes da cadeia" afirma Paulo Haddad.

Wagner Aneas, (...), alerta sobre a necessidade de o setor estar engajado para defender os interesses da cadeia. "Este é um segmento promissor, capaz de gerar tecnologia e inovação. É preciso existir uma cultura de mobilização para que possamos atuar melhor na globalização". Wagner considera o setor competente, porém com necessidade de aprimorar o sistema de gestão, tornando-o mais eficaz (...).

Em relação ao evento, (...) acredita que a estrutura está se consolidando. "Estamos crescendo e adquirindo knowhow”. Com o intuito de tornar a comunicação mais eficaz e disseminar ainda mais as informações sobre a cadeia ferramenteira, o Moldes ingressou nas mídias sociais e agora mantém um blog (www.blogdomoldes.blogspot.com) e está presente no Twitter (@moldesabm), no Flickr (www.flickr.com/photos/moldesabmworkshop) e no Slide Share (www.slideshare.net/moldesabm), por exemplo".

Paulo Haddad acredita que os workshops mensais atraem um público novo para o evento. “Estamos no caminho certo, retomando o crescimento após a crise”.

O Moldes 2010 recebeu 142 participantes, de 7 estados brasileiros, cinco expositores, foi patrocinado por seis grandes empresas (Villares Metals, Cerlikon Balzers, Sandivik Coromant, GRV Software, Bodycote Brasimet e Femaq Fundição) e recebeu apoio de 31 entidades".

Fonte:
http://www.abmbrasil.com.br/news/noticia_integra.asp?cd=3725


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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Karlheinz Pohlmann, cita minha atuação no Fórum do Plástico - MDIC


Na última edição do Moldes ABM, ocorrida em agosto passado – dias 11, 12 e 13 – para nossa surpresa, tivemos a honra de receber o presidente da ABM – Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração, Engº Karlheinz Pohlmann para o discurso de abertura.

Todos sabem que, em virtude de sua agenda, não é comum o Engº Pohlmann participar deste tipo de cerimônia, com muita freqüência.

Dessa forma, encaramos sua presença como, um importante fato que prestigiou nosso Encontro e o mais importante, revelou seu interesse pelos debates de qualidade, sobre o segmento ferramenteiro, que estamos promovendo, ao longo desses oito anos, de existência.

Mas, surpresa ainda maior, particularmente, ocorreu quando ao mencionar que a ABM passou a ter, neste ano de 2010, assento no Fórum da Produtividade do Plástico do MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, também citou meu nome, como representante da Associação, referindo-se com generosas palavras, ao meu perfil profissional.

Abaixo, transcrevo um trecho da newsletter, da própria ABM, que aponta sucintamente, para o fato.

Agradeço, então, o prezado presidente Engº Karlheinz Pohlmann, ao Engº Horácidio Leal Barbosa, diretor executivo da entidade e aos demais colegas da Associação, pelo reconhecimento e pelo voto de confiança, ao meu trabalho.

Reitero meu compromisso, de continuar trabalhando, pelo avanço e consolidação da ABM e, consequentemente, de nosso segmento.




Cadeia de moldes reivindica ação do governo para evitar extinção

Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração
Newsletter de 12/08/2010


(...)

Ao dar as boas-vindas aos participantes do Moldes 2010, o presidente da ABM, Karlheinz Pohlmann, elogiou a comissão organizadora que se mostrou antenada e programou o tema para discussão no evento.

“Infelizmente, este não é um dos melhores momentos para o segmento de moldes, entretanto, gostaria de lembrá-los que essas ameaças trazem em seu bojo uma excelente oportunidade para toda a cadeia se organizar e se fortalecer”, afirmou, lembrando que o setor já fez se representar junto ao governo buscando reverter as medidas danosas.

“Ações como essas são vitais, mas sozinhas elas não garantirão o futuro. Somente a competitividade de toda a cadeia poderá afastar realmente o fantasma da importação. É importante que vocês vislumbrem isso e direcionem seus esforços para aumentar a competitividade das empresas”, disse Pohlmann, colocando a ABM, enquanto associação técnica voltada para a difusão do conhecimento tecnológico, para ajudar o setor a construir essa competitividade e alcançar novos patamares.

Ele lembrou que o comprometimento para com o setor metalmecânico levou a Entidade a participar do Fórum de Competitividade da Cadeia Produtiva da Indústria de Transformação Plástica, coordenado pelo MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

“Nosso representante nesse Fórum é o Wagner Aneas, membro da comissão organizadora deste evento. Temos um canal de suma importância e um representante, mas é essencial que todo o setor colabore para que possamos contabilizar avanços”.

Fonte:
http://www.abmbrasil.com.br/news/noticia_integra.asp?cd=3704




E, abaixo, transcrevo outro trecho do mesmo Boletim, que pelo seu teor e urgência, torna-se muito importante, registrarmos:


“É preciso envolver governo, empresários (clientes e fornecedores) e trabalhadores com o objetivo de evitar a extinção do setor de moldes e ferramentas, que congrega aproximadamente 1.000 indústrias e emprega mais de 400 mil pessoas, direta e indiretamente”, alertou o diretor da Tribomat, Carlos Manoel Carvalho, na palestra de abertura do Moldes 2010 – 8º Encontro da Cadeia de Ferramentas, Moldes e Matrizes, que está sendo realizado na sede da ABM, em São Paulo.

O setor encontra-se ameaçado pelo aumento do prazo ao incentivo tributário na importação de autopeças e pela liberação da importação de moldes usados. De acordo com o executivo, enquanto a indústria automobilística bate recorde de vendas, a cadeia produtiva de ferramentas corre o risco de perder mais de 100 mil empregos, em função da legislação que beneficia principalmente montadoras de veículos.

“Os fabricantes externos esperam mandar para o Brasil moldes e ferramentas de carros que tenham sido substituídos por versões mais modernas, rebaixando o nosso País à categoria de mercado de demanda secundária”, salientou, destacando outro fato que amplia o descompasso entre cliente e fornecedor de ferramentas no País.

“Há uma ação coordenada das montadoras para trazer produtos da Ásia, considerando apenas o preço e isso se reforça com a estratégia global desse segmento de instalar suas fábricas em países onde é possível grande produção (capacidade para um milhão de toneladas), potencial de consumo e custo baixo de mão-de-obra”, disse o diretor.

Essa estratégia, salienta Carvalho, pode acabar excluindo o Brasil (como fabricante de carros) do novo mapa de poder da indústria automobilística. Isso se comprova com o estudo da PricewaterhouseCoopers sobre a competitividade da indústria nacional de veículos, encomendado pela Anfavea, que é taxativo ao afirmar que o País está perdendo investimentos no aumento de capacidade para os demais membros do Bric e para o México.

A razão é, principalmente, o custo de mão de obra. Enquanto no Brasil se paga US$ 7,31 a hora trabalhada para um operador, no México é de US$ 3,91; na Índia, US$ 1,6 e na China, US$ 0,81.

Ao final da palestra, Carvalho reafirmou que a solução para ajudar a indústria nacional é a intermediação do governo e reconheceu que há todo um esforço para fortalecer a indústria automotiva, mas não existem ações que garantam a sobrevivência da cadeia produtiva de moldes e ferramentas.

“As ferramentarias surgiram junto com a indústria automobilística, há 60 anos, para atender suas demandas e hoje agregam altos índices de inovação tecnológica e mão de obra altamente qualificada”, complementou Paulo Braga, diretor de Controladoria da Taurus Ferramentaria.

“Por que é possível importar peças, ferramentas e moldes de segunda mão para compor a linha de produção das montadoras, mas não é possível ao cidadão importar um carro usado?”, questionou ele.

Com relação à Portaria 84/10, Braga sugeriu revogar ou, no mínimo, permitir a consulta prévia do material que entrará no País, possibilitando a participação dos fabricantes nacionais, bem como criar um valor de referência para que a ferramenta entre em pé de igualdade no mercado interno, onde estão inseridos os valores sociais e econômicos.

“Fica difícil competir com quem não tem regras trabalhistas e sociais definidas, não existe sindicato de defesa dos direitos dos trabalhadores e onde o governo é tecnicamente socio das empresas”, ressaltou ele, referindo-se à China.

Carvalho sugere que, além de revogar a Portaria 84/10, o governo chame as partes (clientes e fornecedores de moldes) para conversar e conhecer suas principais queixas e dificuldades, e crie uma política industrial para o setor, com linhas de crédito especial que contemple o ferramental e o molde como bem de capital, podendo ser abatido no Imposto de Renda do comprador.

(...)

Fonte:
http://www.abmbrasil.com.br/news/noticia_integra.asp?cd=3704





Para maiores detalhes de toda a programação:
http://www.abmbrasil.com.br/seminarios/moldes/2010/

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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Ferramental (revista): artigo ”O que o aço e o plástico têm em comum?”


Na revista Ferramental
(edição de maio-junho/2010 - nº 29 - pp 07 e 08)
foi publicado um artigo de minha autoria, em parceria com o Engº Paulo Haddad, com o título:



”O que o aço e o plástico têm em comum?”

Seu conteúdo busca lembrar que, na grande maioria dos casos, para a injeção de peças plásticas é imprescindível a utilização de aços para confecção dos respectivos moldes.

E que, portanto, seria importante, para o setor de transformação e para o setor ferramenteiro, a promoção do diálogo para o fortalecimento mútuo, citando o Fórum da Competitividade do Plástico - do MDCI, como o espaço ideal para estimular este encontro.

Aponta ainda, para os benefícios gerados por esta aproximação, tal como, o aumento da competitividade de toda a cadeia de plásticos, geração de produtos inovadores, aumento da participação do setor no produto interno bruto (PIB) brasileiro e o aumento das exportações. Além, é claro, da redução de custos, elevação nos índices de qualidade dos produtos acabados e, por fim, da geração de novos empregos.



O artigo também está disponível em minha página no Scribd:

http://www.scribd.com/doc/32986300/Wagner-Aneas-e-Paulo-Haddad-Ferramental-2010-mai-jun-Artigo
(copie e cole, em seu navegador)


Registro novamente no espaço deste Blog, minha grande admiração e respeito pelo profissional e colega Paulo Haddad (co-autor deste breve texto), com quem também tive a honra de dividir a Coordenação das edições 2008 e 2009 do Moldes ABM – Encontros Anuais da Cadeia Produtiva de Ferramentas, Moldes e Matrizes.


Agradeço, a Editora Gravo, em especial ao colega Christian Dihlmann - editor da revista, pela gentileza da publicação.

Será muito importante, contar com os comentários de todos. Aguardo, por criticas e sugestões.

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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Enafer - III Encontro Nacional de Ferramentarias


O III ENAFER – Encontro Nacional das Ferramentarias - um evento de extrema importância para o segmento ferramenteiro - acontece, em 28 de Maio, em Caxias do Sul – RS.



Em newsletter da ABM - Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (de 20/05/2010), consta um breve depoimento meu, sobre a importância de apoiarmos a iniciativa:

“Da mesma forma como fizemos o Moldes 2009 em parceria com a Intertooling, buscamos sinergias, nesse Encontro, objetivando tornar o segmento cada vez mais produtivo e competitivo”, diz Wagner Aneas, membro da comissão organizadora do Moldes 2010.


Link para a integra:
http://www.abmbrasil.com.br/news/noticia_integra.asp?cd=3557&utm_medium=mail&utm_source=iqdirect&utm_campaign=224477

A ABM e a Comissão Organizadora do Moldes ABM 2010, da qual faço parte, desde a 1ª edição, apóia o ENAFER.



É, de fato, um Encontro organizado, por um pessoal muito sério (entre eles, Christian Dilhmann, editor da revista Ferramental), que vem pensando há anos, nos rumos da ferramentaria nacional.

Além do próprio Christian, outros profissionais, pelos quais nutro grande respeito, como Maria Lúcia Maradei (da Cosmolde e CSFM/ABIMAQ), Alexandre Wanzuita (GFM Moldes, de Joinville), Pedro Alem (ABDI), Alexandre Lopes (MDIC), Sr. Merheg Cachum (pres da ABIPLAST), Alexandre Fix (Polimold e pres da CSFM/ABIMAQ) participarão do evento, contribuindo com suas valiosas considerações sobre o setor e sobre o mercado, tais como:

- A importância da indústria de moldes para a competitividade da cadeia de produtos petroquímicos e transformados plásticos
- Os desafios do setor ferramenteiro frente ao mercado internacional
- Modelos de associativismo no Brasil e ações para ampliação dos membros.


Também será abordado, na oportunidade, o planejamento estratégico do setor para os próximos 15 anos e ações de curto prazo para alcançar os respectivos objetivos.


E, o III Enafer, é uma promoção conjunta da:

ACIJ
– Associação Comercial e Industrial de Joinville;
Simplás – Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho;
Plastech Brasil 2011 – Feira de Tecnologias para Termoplásticos e Termofixos, Moldes e Equipamentos;
Simecs - Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul.


Maiores informações poderão ser obtidas, pelo site do SIMPLAS: www.simplas.com.br


Vale acompanhar e participar!



E, este Blog (e outras de minhas páginas na web: Twitter, Digg, Scribd, Linkedin, etc.) é um espaço, que procura prestigiar iniciativas que contribuam com o aumento da competitividade do segmento ferramenteiro nacional, frente aos desafios do mundo globalizado.



O depoimento acima, também foi publicado na newsletter do site Portal do Moldes:

http://www.moldesinjecaoplasticos.com.br/noticia.asp?codigo_noticia=440

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sexta-feira, 30 de abril de 2010

ABM tem assento no Fórum de Competitividade do Plástico, do MDIC




Este post é um registro da newsletter da ABM, de 29/abril/2010, onde sou citado como representante da Associação, no Fórum da Competitividade do Plástico, do MDIC - Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Agradeço, ao Sr. Horacídio Leal - Diretor Executivo da ABM - pelo reconhecimento de minha participação nas atividades da Associação e, especificamente, na Comissão Organizadora do Moldes.




Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração
29/04/2010

ABM tem assento no Fórum de Competitividade do Plástico

A ABM – Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração, que desde 2003 participa do Fórum da Competitividade da Siderurgia, passou a ocupar assento também no Fórum da Competitividade do Plástico promovido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

O representante da ABM é o associado Wagner Aneas que já participou, neste ano, de quatro reuniões mensais e se prepara para o quinto encontro marcado para o próximo dia 25, em São Paulo. A última reunião aconteceu em 15 de abril, em Brasília.

Entusiasmado, diz que as reuniões são muito produtivas e que já apresentam resultados.

“Foi aprovada a elaboração de projeto para o desenvolvimento e difusão de softwares de apoio à gestão, visando a melhoria da capacidade das ferramentarias de planejar, programar e controlar as rotinas de fabricação de moldes, bem como o aumento da competitividade pelo atendimento dos prazos de entrega”.

Wagner explica que no Brasil existem pouquíssimos fornecedores de software de gestão para a produção não seriada e que o projeto pretende incentivar esse segmento, suprindo uma lacuna.

“O ferramenteiro brasileiro tem acesso ao maquinário, é criativo, mas falta gestão do negócio para ser mais competitivo diante dos produtos importados”.

Outros assuntos estão na pauta de discussões do grupo de trabalho que trata de ferramentais, como o desenvolvimento de ações de capacitação de recursos humanos; pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias de fabricação de moldes; pesquisa e desenvolvimento de novas matérias-primas de forma a obter melhores resultados na produtividade dos usuários dos moldes e maior resistência no processo de transformação do plástico (injeção ou sopro); e criação de um centro de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de produção de ferramentais.

É importante ressaltar que o Governo considera estratégico o segmento ferramenteiro, uma vez que já o incluiu na agenda tecnológica da PDP - Política de Desenvolvimento Produtivo coordenada pelo MDIC.

“Sem dúvida, trata-se de um grande avanço, mas devemos continuar mobilizados para que este primeiro passo nos leve a resultados práticos e rápidos”, diz Wagner.

Para o diretor-executivo da ABM, Horacídio Leal Barbosa Filho, a participação no Fórum é mais uma ação pró-ativa que contribui efetivamente para o desenvolvimento dos setores que a Entidade representa.

“É importante participar das discussões e ter voz ativa nos assuntos que são tratados, não só no aspecto técnico como de políticas públicas. A indicação do Wagner como representante da ABM se deve ao fato dele ser bastante atuante no segmento e nas atividades da ABM, notadamente no evento Moldes”.




É possível ler a newsletter na integra,

Acessando minha página no DIGG:
http://digg.com/users/wagneraneas

Ou no próprio site da ABM:
http://www.abmbrasil.com.br/news/noticia_integra.asp?cd=3514&utm_medium=mail&utm_source=iqdirect&utm_campaign=222312


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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Fórum da Competitividade do Plástico – MDIC (Brasília 15/abr/10)



Este post é um registro do e-mail, que enviei aos colegas da Comissão Organizadora do Moldes ABM e para a liderança da Associação - após, minha participação na reunião ocorrida no último 15 de abril, em Brasília - a respeito dos resultados que já alcançamos no Fórum da Competitividade do Plástico.




Meus caros colegas da Comissão Organizadora, do Moldes ABM.


É com grande satisfação que informo, sobre os resultados positivos da reunião do Fórum da Competitividade do Plástico, em Brasília, ontem 15/abril/2010.

A partir de agora o segmento ferramenteiro, está devidamente incluído na agenda da PDP (Política de Desenvolvimento Produtivo) do Governo Federal (coordenada pelo MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e articulada pela Casa Civil).

A CGGE - Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, contratada pela ABDI - Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (Secretária Executiva da PDP), dará o suporte ao GT Ferramentaria, para iniciamos a concretização desta AT (Ação Tecnológica) e, assim, contemplarmos então as demandas da cadeia produtiva, de natureza tecnológica, lá apontadas (dando origem, posteriormente - entre outros - a linhas de crédito junto a FINEP).


O link para apresentação da AT é:

http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=2&menu=2370
Escolher último item: “ATS Plásticos 15-04-2010” - o arquivo está em PDF – é possível salva-lo.
(dentro da apresentação, procurar por ATPL-08).


Sem dúvida, trata-se de uma grande avanço - mais rápido aliás, que eu, particularmente, esperava. Mas, tenho a certeza que devemos continuar atentos e mobilizados afim, de que este primeiro passo nos leve a resultados práticos.



Registro, então alguns agradecimentos que julgo, importantes:

A ABDI e ao CGGE, pela valiosa atenção que nos deram, nos orientando com grande paciência sobre os melhores caminhos a serem percorridos.

A Braskem que disponibilizou uma equipe de seus funcionários, colaborando na estruturação e redação da Ação Tecnológica.

Ao próprio MDIC, por viabilizar a montagem do GT Ferramentaria (reconhecendo que o sucesso do segmento ferramenteiro, contribui expressivamente, para o sucesso da Cadeia do Plástico).

Aos colegas do GT Ferramentaria, em especial ao Christian Dilhmann, da Revista Ferramental (que tbm esteve ontem, em Brasília) e a Maria Lúcia (Cosmolde).

Ao Idermário Lins, Gerente Executivo da ABIMAQ, um incentivador (e forte apoiador) da criação do GT.

E a ABM – Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração, que desde minha sugestão para pleitearmos um assento no Fórum até a viabilização de minha participação, demonstrou inegável compromisso (e reconhecimento por nossos esforços), com o trabalho que toda a Comissão vem desenvolvendo no Moldes.


Abraço a todos e, na esperança que dias melhores virão,



Wagner Aneas

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quarta-feira, 31 de março de 2010

Jaguarmold – gestão profissional


Na última sexta (26/março/10), tive a felicidade de ministrar uma palestra para a Diretoria e demais colaboradores da Jaguarmold, ferramentaria localizada na cidade de Jaguariúna/SP.

Eu já conhecia a empresa mas, foi através de um colega comum, que o pessoal da Jaguar, acabou me encontrando.

O título de minha apresentação foi “Desenvolvendo competências e construindo diferenciais”, atendendo ao briefing que me haviam passado.

Isto é, apontar para os conhecimentos e habilidades necessárias que, atualmente, um profissional deve desenvolver afim, de contribuir com a realização de um trabalho de qualidade e um atendimento (de clientes externos e internos) de excelência. E registrar, também, a importância da pró-atividade para que seja possível dar conta, das novas exigências do mercado globalizado e (portanto) altamente competitivo.

Enfim, algo perfeitamente dentro do escopo, do trabalho que comumente realizo, em outras oportunidades.

No entanto, já no momento do convite, fiquei surpreso pelo fato de se tratar de uma ferramentaria que não, apenas, pretendia apresentar uma palestra para seu “time” mas, porque neste time, estavam incluídos todos os funcionários, sendo que neste mesmo dia, haveria outras apresentações e, ainda, a apresentação e discussão do planejamento estratégico da empresa.

Naturalmente, em virtude do volume de atividades programadas para este dia, também não haveria expediente!!!

Aliás, tudo isso ocorreria em um hotel, ou seja, um ambiente fora do espaço de trabalho. Não haveria máquinas “comendo cavaco”, telefones tocando, computadores travando, nada disso!

Enfim, foi um dia, especialmente, destinado aquelas atividades.

Pois é, não estamos falando de uma empresa multinacional que regularmente faz convenções para sua equipe de vendas. Estamos falando de uma ferramentaria, que convocou todos integrantes de seu quadro!

Para mim, este tipo de iniciativa, é coisa rara! Digna de registro!

Trata-se de uma atitude arrojada, que surpreende pela forma como a gestão da empresa, está profissionalizada. Ninguém por lá, “achava” alguma coisa. Todos pensavam a respeito de seu futuro – onde estamos, onde queremos chegar, pontos fortes e fracos, oportunidades e ameaças. Análise SWOT, mesmo!

"Envolvimento" apenas, não basta!

Todos os presentes estarão "comprometidos" a partir de suas respectivas participações, com o caminho a ser percorrido e, portanto, com os resultados.

Geralmente, independente do segmento, um grande número de empresas nacionais, sempre “torcem um pouco o nariz”, para capacitação de pessoal, em virtude daquele receio conhecido – “ah, eu treino e depois ele vai para o concorrente”.

Pois é, admito que até pode ser um risco. Mas risco maior é (como escutei um dia), você não treinar e o sujeito ficar!

Minha apresentação foi logo após as apresentações dos executivos da empresa. O Gerente da ferramentaria, falou de perspectivas políticas; o Diretor Comercial, de perspectivas econômicas para o mundo e para o Brasil e o Diretor Industrial, falou de tecnologia e Benchmark! Dá para acreditar?

Um executivo da empresa viaja para a Europa, levando consigo dois colaboradores da área técnica para ver, como uma grande ferramentaria produz moldes!

Não estou “jogando confete”, para massagear o ego de cliente. Eles não precisam disso.

Apenas, faço questão de registrar minha admiração por ver na prática, aquilo que há tempos, estamos discutindo - nos grupos que tratam destas questões, voltadas a consolidação do segmento ferramenteiro no país (Moldes ABM, CSFM da ABIMAQ, Fórum do Plástico do MDIC, etc.).

O mundo não está para amadores e esta empresa leva a sério, aquela "plaquinha" na recepção, onde está registrado "missão, visão, e valores".

Portanto, meus parabéns a Jaguarmold e a toda sua equipe. E, muito obrigado pela oportunidade de participar, desta experiência impar.

Espero ter contribuido, minimamente, para o sucesso deste dia.

Vida longa a Jaguarmold!


E, quem conhecer outras empresas, por favor me avise, que farei questão de divulgar neste Blog (e, em outras, páginas).
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domingo, 7 de março de 2010

METALURGIA E MATERIAIS (revista): "Afinando a Estratégia"





Na revista Metalurgia e Materiais da ABM, edição de jan/fev de 2010 (volume 66) foi publicada a matéria “Afinando a Estratégia”, que discorre sobre o segmento ferramenteiro.

Assinada por Juliana Nakamura - com quem conversei durante o 7º Encontro da Cadeia, em 2009 - constam duas passagens que mencionam meu nome e, em relação as quais, penso que é oportuno esclarecer alguns pontos:


Quanto a primeira citação:

“O momento exige uma análise introspectiva sobre fragilidades e potencialidades além de ações focadas em maior pró-atividade, afirma Wagner Aneas, diretor da W.ANnex”.


Acrescento, que o segmento ferramenteiro vem reagindo bravamente há anos.

Minha rotina profissional, coloca-me diariamente em contato com ferramentarias, que passam por situações muito delicadas em virtude, principalmente, da atual concorrência desleal com fornecedores de moldes e matrizes, importados.

Dessa forma, quando me refiro em ações pró-ativas, aponto para a necessidade de atuar em duas frentes, com maior intensidade do que nunca.

Inicialmente, incrementar seus negócios com ferramentas de gestão. Principalmente, em matéria de comunicação e marketing – estudar nichos, dizer ao mundo a que veio, destacar diferenciais, construir relacionamentos, etc..

(Obviamente, aqui está incluído, a necessidade de capacitação das lideranças e colaboradores).


E, em seguida, passar a procurar seus pares e se organizar, dando maior peso a sua voz e demandas, Ou criando entidades, ou participando das já existentes – o que particularmente, acredito ser mais sensato.

Parece-me que nós brasileiros, temos uma forte tendência a buscar soluções individualmente. Metodologia, que não vejo como eficaz, para problemas desta natureza.

Mesmo, com toda capacitação técnica e de gestão, a viabilidade do segmento, passará por questões políticas (o que procurarei discorrer com mais detalhes, em um futuro post).



E, quanto a segunda passagem:


“Adicionalmente, os empresários brasileiros precisam ser mais agressivos em relação aos seus competidores, complemeta Wagner Aneas. Habituamos-nos a pensar na China mas, há outros países emergentes, como a Índia e Nigéria, despontando como potenciais fabricantes de moldes e matrizes, alerta Aneas”.


É importante esclarecer que esta informação, sobre a Índia e a Nigéria foi inicialmente dada, durante o próprio Encontro, pelo professor Jefferson Gomes do ITA, palestrante no segundo dia do encontro e membro da Comissão Organizadora do Moldes.

De fato, eu alertei sobre a necessidade de pensar amplamente - e, sem xenofobia - que outros paises poderiam atuar como forte competidores, uma vez que seus governos consideravam o segmento como estratégico e que, portanto, eram contemplados por uma política industrial de Estado.

Então, citei, como exemplo, os casos apontados pelo professor Jefferson, em sua exposição. Lembrando inclusive que, em passado recente, aqueles que nos incomodaram, foram os portugueses.


Registrado estas considerações, agradeço a revista Metalurgia e Materiais, pelo espaço cedido a minhas considerações. Tal como, a todos os espaços destinados, ao longo destes anos, ao nosso segmento dos Moldes e Matrizes.



A revista Metalurgia e Materiais é publicada pela ABM - Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (da qual sou associado).

Maiores informações sobre a revista, poderão ser obtidas pelo site:
http://www.abmbrasil.com.br
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domingo, 28 de fevereiro de 2010

Fórum da Competitividade do Plástico - MDIC (Brasília 24/fev/10)


Na edição de 2009 do ENAFER, assisti a apresentação do Sr. Alexandre Lopes, Coordenador das Indústrias Químicas e de Transformados Plásticos, na SDP, do MDIC, sobre o Fórum da Competitividade da Cadeia do Plástico, que acabou por revelar novas perspectivas, no meu entendimento, também para a cadeia produtiva de Ferramentas, Moldes e Matrizes, brasileira.

Busquei informações complementares, no site do Ministério (tarefa nada fácil) e confirmei minha intuição - seria de grande importância que a ABM, tivesse um assento o Fórum!

Sugeri então a Associação, que fizéssemos o pleito.

No começo de 2010, chegou a resposta positiva do Ministério e, então, o Sr. Horacídio Leal Barbosa, Diretor Executivo da ABM convidou-me para representar a entidade no Fórum.

Participei então, da primeira reunião, aqui em São Paulo, em janeiro, na sede da ABIQUIM. E, nesta semana, de mais outra reunião, em Brasília, na sede do MDIC, na Esplanada dos Ministérios.

O Fórum da Competitividade do Plástico é uma ferramenta estratégica, inserida no contexto da PDP, ou seja, da Política Industrial do Estado Brasileiro. É coordenado pelo MDIC e gerenciado pela SDP.

A partir da página na web, do próprio ministério, o Fórum têm como objetivo elevar a competitividade industrial da cadeia no mercado mundial, com ações relativas:

* à geração de emprego, ocupação e renda,
* ao desenvolvimento e à desconcentração regional da produção,
* ao aumento das exportações,
* à substituição competitiva das importações e
* à capacitação tecnológica das empresas.

“Sua forma de atuação visa integrar, assim, o Setor Produtivo, formado por representantes do meio empresarial e dos trabalhadores e do Governo como um todo, buscando consenso em torno de oportunidades, desafios e da solução dos gargalos de cada uma das Cadeias Produtivas selecionadas, além da definição de metas e ações voltadas para a implementação de uma nova política industrial de desenvolvimento da produção”.



Ora, para se obter a transformação plástica (injeção, sopro, extrução e vácuo), é necessário um molde. Daí, não há como fortalecer a cadeia caso o segmento ferramenteiro esteja agonizando.

Vale lembrar que ao encomendarmos um molde fora do país (por exemplo, na China), estamos transferindo tecnologia. É natural, que logo comece a chegar também, no Brasil, produtos plásticos transformados.

Em grande parte, os projetos (Know How) são de origem nacional. É entregar o projeto e, antes do molde/matriz, teremos já no mercado interno, o próprio produto. Temos notícias que isso já vem acontecendo, aliás.

É, portanto, como assistir a morte destes dois segmentos da indústria nacional – o ferramenteiro e o transformador.

Sem contar que, aproximadamente, 90% das indústrias de transformação plástica, são representadas por pequenas e micros, empresas. Que, obviamente, são mais vulneráveis e pouco competitivas frente as "vantagens" do produto importado.



PS 1: Paralelamente, a nossa solicitação de assento no Fórum, pela ABM, direto ao Ministério, recebi o telefonema da colega Maria Lucia, integrante da CSFM da ABIMAQ, convidando-me para participar do Fórum, em virtude do trabalho que já vínhamos efetuando na ABM, através do nosso Encontro Anual da Cadeia – MOLDES ABM.

Sinto-me, então, grato pelo reconhecimento e pela confiança depositada e duplamente, portanto, comprometido em atuar no Fórum, contribuindo para o crescimento e consolidação do segmento ferramenteiro.


PS 2: Nas palavras do Ministro Miguel Jorge, a PDP resgata “a capacidade do Estado de coordenar suas ações e seus instrumentos para alavancar o desenvolvimento”.


PS 3: Em posts futuros, explicitarei os papéis do MCT, CGEE e ABDI, no Fórum.



Siglas utilizadas neste post:
(ver alguns links, para os respectivos sites, na coluna direita deste blog)

ENAFER - Encontro Nacional das Ferramentarias.
SDP - Secretária de Desenvolvimento da Produção.
MDIC - Ministério do Desenvolvimento da Indústria e do Comércio Exterior.
ABM - Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração.
ABIQUIM - Associação Brasileira da Indústria Química.
PDP - Política de Desenvolvimento Produtivo.
CSFM - Câmara Setorial de Ferramentaria e Modelação.
ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.
MCT - Ministério da Ciência e Tecnologia.
CGEE - Centro de Gestão e Estudos Estratégicos.
ABDI - Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial

Para saber sobre a PDP, visite o site do MDIC:
http://www.desenvolvimento.gov.br/pdp/index.php/sitio/inicial

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

MOLDES ABM 2010




Acima, o novo banner eletrônico, que definimos para divulgarmos o MOLDES ABM 2010 - 8º Encontro da Cadeia Produtiva de Ferramentas, Moldes e Matrizes.

Resolvemos manter a fonte e a imagem principal afim, de consolidarmos a marca.

Mudamos, portanto, apenas as cores predominantes para que esta edição (2010), se destaque, em relação às edições anteriores.

A página da web, no site oficial da ABM é:

www.abmbrasil.com.br/seminarios/moldes/2010


E, o endereço do Blog do Moldes, mantido pela Comissão Organizadora (da qual faço parte) que também, sempre “postará” informações adicionais e relevantes é:

www.blogdomoldes.blogspot.com.
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Moldes e Inj Plásticos (newsletter): ASIUSI


Publicado na newsletter Moldes e Injeção Plásticos, nota sobre a ASIUSI - Associação Serrana das Industrias de Usinagem (do RS).

Um exemplo de associativismo, que merece ser observado.


Parabéns ASIUSI – uma idéia que está dando certo

Segundo artigo balanço do MOLDES 2009 da ABM, para Christian Dihlmmann editor da revista Ferramental, o mal que atinge as ferramentarias brasileiras não diz respeito à competência técnica, mas à falta de visão empresarial. “Um indicador disso é o fato de que um terço dos expositores da Intertooling deste ano virem da China, enquanto não vemos o mesmo número de empresas de Joinville, que é um pólo importante nesse segmento e certamente está muito mais próximo”, comentou Dihlmmann.

O Portal do Moldes concorda com o Sr.Dihlmmann e reconhece que a união fortalece as empresas e cita o exemplo da ASIUSI a quem particularmente estamos acompanhando o seu crescimento e ainda que o momento também exige reflexão como sugere o Sr. Wagner Aneas, diretor da W. Annex (empresa de referência no Portal do Moldes).

A ASIUSI – Associação Serrana das Indústrias de Usinagem surgiu através das iniciativas da UCS, SEDAI e SIMECS em suas ações para fortalecer o Arranjo Produtivo Local Metal-mecânico – APL de Caxias do Sul.

Fundada em 20 de maio de 2006 a ASIUSI (...) vem conseguindo resultados substanciais, focado na satisfação dos clientes de serviços de usinagem, através de um parque fabril moderno que, além do fator confiabilidade, tem colocado para o mercado as melhores soluções em serviços, produtos e valor agregado ao trabalho de usinagem, em todos os níveis de exigência tecnológica.

Benefícios e resultados conjuntos ASIUSI:

- Maior disponibilidade de parque fabril, banco de ferramentas e instrumentos de controle da qualidade, aumentando assim a capacidade de atender aos mais variados clientes;
- Todas as empresas são certificadas ou estão em processo de certificação da ISO 9001;
- Desenvolvimento de projetos em conjunto, gerando maior qualidade do produto final aos clientes;
- Melhora dos processos de fabricação devido a troca de experiências, gerando maior agilidade na execução dos serviços para o cliente;
- Desenvolvimento de cursos em conjunto, gerando maior qualificação profissional dos funcionários (nov 2009).




Para acessar o site da associação: www.asiusi.com.br
Para acessar a notícia na íntegra: http://www.moldesinjecaoplasticos.com.br/noticia.asp?codigo_noticia=181

Fonte:
Newsletter Moldes Injeção Plástico nº 043/2009 de 17/nov/09.
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"Quem atenderá, o telefone?" - Íntegra de meu artigo na revista Siderurgia Brasil

Afim, de facilitar a leitura, segue abaixo a íntegra de meu artigo, publicado na revista Siderurgia Brasil:


QUEM ATENDERÁ, O TELEFONE?

O que aconteceria se você ligasse para sua empresa, colocando-se no lugar de um cliente? Isso mesmo, sua empresa - aquela que você construiu e constrói, com tanto trabalho e que está atravessando um momento de acentuada desaceleração em suas atividades, em virtude da retração da economia mundial.

Já pensou nisso? Quantos toques seriam necessários para ser atendido? Por quem, seria atendido? Como, seria atendido? Quanto tempo levaria para falar, com quem efetivamente desejava, que pudesse resolver seu problema? E, por fim, desligaria com a certeza que “você” é importante para a empresa? Aquele quadro, sobre sua política de qualidade, logo na entrada de sua recepção, em inox escovado, que registra “a satisfação do cliente é nosso foco”, corresponde à realidade?

Geralmente, acabamos por não dar muita atenção a este fato, contudo, atender a uma chamada por telefone, é algo tão importante que - exagerando - deveria ser realizada pelo presidente da empresa! As organizações investem hoje, rios de dinheiro em marketing (anúncios de uma página, stands luxuosos em feiras de negócios, brindes, promoções, sorteios, catálogos em papel couchê, quatro cores e verniz, sites interativos) e, logo no primeiro contato, um desastre acontece. O telefone toca três, cinco, oito vezes e nada! O cliente vai imaginando até, que teclou o número errado mas, enfim, eis que emerge uma voz que, laconicamente, diz: “Alô”. Sim, simplesmente, alô! Não diz quem é, de onde é e muito menos o recebe com uma simpática saudação, do tipo: “bom dia”, como se usava muito antigamente. Sinceramente, nós devemos ocupar o tempo do cliente, aquele sujeito que tanto esperamos, com perguntas óbvias? Ele precisará perguntar: “De onde está falando?”

Outra situação muito comum, é aquela em que o cliente após verbalizar o que deseja, ouve apenas um click (manifestação eletro-mecânica, que algumas telefonistas imaginam substituir a frase: “um momento por favor, vou transferir sua ligação”). E aí, ele espera, espera, espera, enquanto fica na companhia de uma “musiquinha” de caminhão de gás - uma tortura medieval, que acaba gerando - segundo a segundo - considerável desconforto, coceira, irritação e outras reações, inclusive, imprevisíveis. Ou, ainda pior, o cliente herdará o silêncio! Silêncio total. Suspense absoluto. Como se caísse no limbo, em um ambiente misterioso, onde habitam almas errantes. Não dá para saber se a ligação caiu, se ele foi esquecido ou se alguém, realmente, se importa com ele. Até que (se o cliente resolveu esperar), por engano a ligação volta à telefonista, ele registra seu descontentamento e ela diz, com toda ternura que lhe é habitual: “Senhor, sou apenas a telefonista”. Sem dúvida, pensará ele, e continuará sendo, pelo resto da vida!

Mas, lembre-se, a responsabilidade final é sua, é do diretor da empresa, Primeiro, porque escolheu o gerente errado que, por sua vez, escolheu o funcionário errado, que aplicou uma entrevista errada e que acabou contratando a pessoa “errada” - alguém sem preparo e (ou) compromisso! E, segundo, porque você não decidiu orientar e capacitar o funcionário como deveria. Uma nova telefonista (ou recepcionista) entra na empresa, apontam para o seu local de trabalho e, nem ao menos, a apresentarão à equipe. Ela não conhece ninguém, não sabe qual a missão da empresa, os produtos ou serviços que disponibiliza ao mercado, não sabe nada a respeito da promoção, que foi anunciada no meio da novela, em cadeia nacional e, quando muito, recebe uma tabelinha, já bem rasgadinha, com a relação dos ramais (desatualizados aliás e, com alguns finados colegas, na relação).

Entretanto, voltando ao cliente, qual foi a “experiência” afinal, que sua empresa promoveu a esta pessoa? Foi agradável? Qual será a imagem que ele irá construir, a respeito da empresa? Profissional, séria, forte, rápida, líder de mercado? Ou a experiência, pela qual passou, o induzirá a pensar que: “bem, se não encontraram nem mesmo, quem deveria me atender, como encontrarão amanhã, meu pedido, minha solução, no tempo que eu preciso?” E, se este cliente, já possuir os hábitos da nova geração de navegantes da web, que estão acostumados à interatividade e velocidade – que dentro de algumas décadas ou melhor, poucos anos, serão a maioria? Aí, devemos nos preocupar, ainda mais.

Sem dúvida, como sabemos, também existem excelentes profissionais do outro lado da linha. Muitos, excepcionalmente, pró-ativos que são capazes de “garimpar” sozinhos, informações esquecidas (ou omitidas), por alguns colegas. Particularmente, quando os encontro, verbalizo minha admiração pelo bom atendimento, dou parabéns e desligo muito bem impressionado com a empresa. Mas o inverso, infelizmente, é verdadeiro e aparece em número significativo. Possivelmente, todos nós já passamos por situações semelhantes às descritas. Se, carreguei nas tintas, foi apenas para chamar de fato a atenção para o problema. Portanto, se você se importa com o cliente - aquele que todo mundo procura e que está cada vez mais, globalmente disputado, tal como, se preocupa com o retorno de cada centavo que gastou para prospectá-lo, então pense nisso!

Atender um telefone é um ato aparentemente simples mas, que pode por tudo a perder. E, na maioria das vezes, sem oportunidade para uma nova chance!


Publicado na revista Siderurgia Brasil
edição de nov/2009 - nº 58 - pp 56 e 57

Site: http://www.siderurgiabrasil.com.br/novosb/component/content/article/145-materias58/1615-quem-atendera-o-telefone--wagner-aneas

Autor
Wagner Aneas
W.ANnex Consultoria e Educação Corporativa
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sábado, 7 de novembro de 2009

Siderurgia Brasil (revista): artigo "Quem atenderá o telefone?"


Na revista Siderurgia Brasil
(edição de nov/2009 - nº 58 - pp 56 e 57),
foi publicado um artigo de minha autoria, com o título:

“Quem atenderá o telefone?”.

O conteúdo trata da importância, do adequado atendimento telefônico nas empresas.

"Atender o telefone é um ato aparentemente simples mas, que pode por tudo a perder"

Isto porque, a falta de capacitação dos colaboradores ou mesmo a ausência de compromisso, podem afetar negativamente os resultados.

Mas, certamente, é a respeito da responsabilidade da liderança sobre estas questões, que procurei dar destaque.


Havendo interesse, sua leitura também poderá ser efetuada:

acessando o site da revista:
http://www.siderurgiabrasil.com.br/novosb/component/content/article/145-materias58/1615-quem-atendera-o-telefone--wagner-aneas
(copie e cole, em seu navegador)

e, também, em minha página na Scribd:
http://www.scribd.com/doc/22257460/Wagner-Aneas-Sider-Brasil-2009-Nov-Artigo
(copie e cole, em seu navegador)



Agradeço, a Editora Grips, em especial ao colega Henrinque Isliker Pátria - editor da revista, pela gentileza da publicação.


Deixem suas criticas e sugestões. Será muito importante, contar com os comentários de todos.
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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

MOLDES ABM (Workshop): “Furação e Rosqueamento”

Nesta quarta (04/nov), acontece na ABM mais um de nossos Workshops gratuitos, destinado ao segmento metal mecânico.

Nesta oportunidade teremos o Eng Marco Soto, da empresa Dormer Tools, apresentando “Tecnologias e Soluções para Furação e Rosqueamento”.

Conheci, recentemente, o Marcos na ABAL - Associação Brasileira do Alumínio, também em uma palestra da Dormer, voltada para o segmento do alumínio.

Sem dúvida, com alguns ajustes, percebi que seria um ótimo conteúdo a ser trabalhado no MOLDES.

O convite foi feito e para nossa felicidade, aceito.


Para ver maiores detalhes, acesse a página do MOLDES, no Scribd:
http://www.scribd.com/doc/21826929/Furacao-e-Rosq-MOLDES-ABM-work


Veja também o site da ABAL:
www.abal.org.br
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BlogBlogs.Com.Br